Por que na sua perfeição, feito a imagem e semelhança de Deus, o homem chegou a tal ponto em que estamos. De existência baseada em valores distorcidos, de sentimentos e ações tão contraditórios, capaz de ser incrivelmente mal com seus semelhantes. Sempre em busca do poder.
Um sistema que exurpa, corrompe e mata. No qual a vida é simplemente uma cifra, um número, um certo tempo e lugar no espaço. Converso sempre com uma amiga sobre isso. Sentimos que estamos em um barco, navegando a esmo, sem destino.
Assim, diante de fatos tão óbvios, o que "temos" é só o agora. Esses instantes tão relativos, que moldam nossa vida, e nos fazem ser quem somos.
O agora é um conjunto de ações, escolhas inviduais nossas, que somadas constroem o agora coletivo, a "realidade" que vivenciamos.
A mínima escolha feita, desde olhar pra direira ao invés da esquerda, num ato involuntário, muda completamente meu destino, e consequentemente do coletivo.
A cada nova ação e escolha produzo um pensamento que gera uma ação que gera outro novo pensamento, e assim por diante. A mesma escolha ainda não poderá se repetir nunca, já que ainda temos duas variantes (que variam muito!) uma interna, que seria meu estado de humor, e a externa, o mundo em si. O clima, os estímulos exteriores, etc.
Num Universo de infinitas possibilidades, como saber, nós, pobres mortais, qual a melhor escolha, o que fazer?
Assim, surgem as crenças, as religões, os sistemas, moda, e toda essa galera de limitações, ferramentas para padronizar as pessoas.
Nos sentimos mais confortáveis quando apenas seguimos, reagimos. Chegamos num ponto em que se agimos de forma fora dos padrões somos severamente castigados.
As escolhas que fazemos quando meditamos, refletimos, ou seja uma escolha consciente, são aquelas que mais nos contentamos, e sentimos o bálsamo de viver com sentido, pertencer à vida.
terça-feira, 3 de março de 2009
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